Perigo de fome extrema destaca face humana em meio à ação preventiva; em parcerias locais, WFP combina transferência de dinheiro, observação de alta precisão e alertas antecipados.
Taxa de letalidade de 48,3% assusta partes da nação africana; crise de saúde levou a mais de 3,2 mil mortes; equipes reforçam vigilância nas fronteiras congolesas e monitoram mais de 20 mil pessoas que tiveram contatos com pacientes que contraíram o vírus bundibugyo.
Publicação da Comissão independente da ONU aponta aumento preocupante de intimidação e desinformação; documento pede reformas imediatas na segurança para proteger o direito ao voto e garantir a integridade do pleito.
No Brasil, mais de 700 mil alunos tiveram a vida escolar interrompida pelo calor extremo em 2025; em Moçambique, Cabo Verde e Guiné-Bissau, quase de 300 mil jovens sofreram com chuvas intensas e enchentes.
Afegãos enfrentam impactos cumulativos da pobreza e da deterioração dos direitos humanos; estima-se que cerca de 45% da população necessite de ajuda humanitária; repatriação expõe milhares ao risco de pobreza.
Publicação de agência da ONU revela que a alta dos custos de energia, transporte e financiamento pode exercer pressão desproporcionada sobre empresas de menor dimensão; risco da sua exclusão das cadeias de valor ameaça o crescimento inclusivo.
Secretário-geral diz que paz exige ação contínua; ato tradicional for realizado por António Guterres pela última vez no cargo; neste Dia Internacional da Paz ele pediu resgate da diplomacia e investimentos reais em saúde, educação e direitos humanos.
Copas das árvores urbanas permanecem cada vez mais vulneráveis à seca e ao calor; financiamento para a manutenção a longo prazo é frequentemente negligenciado, deixando as florestas urbanas vulneráveis e os orçamentos municipais sob pressão.
Secretário-geral da ONU pede compromisso dos países para manter crianças seguras; segundo ele, exercer o direito à educação está se tornando cada vez mais perigoso; nos últimos dois anos, mais de 8,5 mil ataques foram registrados.
Estudo da ONU revela que famílias nessa situação enfrentam vulnerabilidades como falta de abrigo e riscos de violência de gênero; número de lares comandados por mulheres dobrou desde atentados do Hamas contra Israel em 7 de outubro de 2023.
