Ameaça transcontinental coloca países como Portugal e vizinhos no centro do desafio; fumaça tóxica oriunda dos incêndios florestais já não conhece fronteiras, atravessando continentes e ameaçando a saúde de milhões de pessoas.
Fenômeno climático deve causar temperaturas acima da média e chuvas desreguladas; líder da ONU pede fim dos combustíveis fósseis para impedir futuro “ainda mais inflamável”.
Sobem para 19 os mortos em tentativas de travessia a nado para o território de Ceuta; administrado pela Espanha; enquanto centenas de pessoas iniciam retorno voluntário ao Marrocos, OIM e Acnur seguem caso na região.
Relatório mostra avanços importantes, como a queda de 42% nas novas infecções por HIV e a eliminação da transmissão vertical no Brasil; desafios incluem aumento das mortes por hepatite B, resistência a antibióticos e cortes de fundos.
O fenômeno El Niño está colocando milhões de vidas em risco no leste e sul da África, mas a ONU está garantindo que as comunidades estejam mais bem preparadas para lidar com seus impactos.
Número de desempregados é de 5,3%, um dos níveis mais baixos; diferenças entre países persistem assim como disparidades que afetam mulheres e jovens; agência da ONU diz que é preciso compreender setor informal para orientar respostas mais eficazes.
Ferramentas digitais já apoiam tribunais e órgãos eleitorais em países da região; combatendo desinformação, automatizando triagens e reforçando a transparência; especialistas alertam que o uso exige cautela para não comprometer direitos e a confiança pública.
No Dia Mundial contra o Tráfico de Pessoas, organização destaca o crescimento do recurso ao tráfico humano por parte de criminosos; vítimas são obrigadas a cometer crimes e relatam casos de tortura, abuso sexual, fome e isolamento; africanos são o grupo mais traficado.
Centenas de drones e dezenas de mísseis russos foram lançados contra a capital Kyiv, atingindo casas, pré-escolas e forçando as pessoas a buscarem abrigos subterrâneos; outras áreas do país também foram alvejadas, deixando civis mortos, incluindo crianças.
Segundo a ONU, 90% dos focos vêm da ação humana, confirmando que o combate deve anteceder as chamas; receita para parar a crise envolve satélites no monitoramento, restauração florestal, promoção da consciência e gestão proativa.
