ONU reafirma compromisso contra o racismo e a discriminação do grupo; secretário-geral, António Guterres promete desmantelar discriminação e exclusão contra pessoas de ascendência africana.
Avanço dos oceanos em ritmo recorde e aumenta riscos para bilhões de pessoas; fenômeno tem relação direta com efeitos das mudanças climáticas provocadas pela ação humana; dimensão dos danos, e quem será mais afetado, ainda depende das escolhas que pessoas, comunidades e governos fizerem hoje.
Entre o rastro de destruição dos ciclones e o terror dos grupos armados, Moçambique enfrenta crises extremas; na linha de frente da emergência, trabalhadores humanitários relatam o drama de milhares de famílias isoladas e forçadas a abandonar tudo.
Agência destaca que a integração segura da prática fortalece o atendimento comunitário e promove um sistema de saúde mais representativo.
Mesmo sem casos confirmados, país intensifica triagens e campanhas de prevenção devido ao risco de contaminação pela proximidade com a RD Congo e Uganda.
No Conselho de Segurança, representante da organização fala de avanços recentes, mas alertou que milhões ainda vivem sem serviços básicos; falta de recursos internacionais ameaça comprometer a ajuda humanitária e a reconstrução do país.
Pesquisa feita com países do G20 revela que políticas empresariais e laborais inadequadas travam o crescimento; estudo conclui que reformas laborais liberalizantes no mercado geram ganhos de produção efetivos quando bem aplicadas.
Secas severas e calor extremo têm impacto em metade desses territórios; pressionadas por incêndios arrasadores, pragas e doenças, florestas da região enfrentam agora níveis de mortalidade sem precedentes.
Violência extrema reforça necessidade de proteção da população do país caribenho; 47 pessoas foram mortas, 22 ficaram feridas e 52 foram sequestradas nesta semana; grupos criminosos ameaçam executar reféns caso operações de segurança continuem.
Desastre com geleira já deixa mais de 500 mortos e 1,5 mil desaparecidos na fronteira entre o país e a China; com 93 mil pessoas necessitando de ajuda urgente, ONU diz que perigo não passou; agências em ação acompanham desdobramentos de crise humanitária sem precedentes na região.
