Ataque dos Estados Unidos à cidade japonesa ocorreu há exatos 81 anos; em mensagem de tributo às vítimas, secretário-geral da ONU diz que a “resiliência, reconciliação e esperança” dos hibakusha perdurarão.
Clima seco e quente em países produtores pode abalar colheitas; intensificação do fenômeno El Niño agrava ainda mais a situação; aumento da demanda por etanol no Brasil contribui com alta de preço do açúcar.
Desenvolvimento ocorre em meio a surto crítico no país africano; OMS e parceiros globais testam novo imunizante para travar estirpe bundibugyo; unir inovação científica e apoio na linha da frente é meta urgente das autoridades.
Podcast ONU News conversou com Marciele Albuquerque Munduruku, Kaê Guajajara e Cristian Wariu sobre o papel da juventude na garantia de direitos; eles falaram de impactos climáticos em seus territórios e da importância da comunicação na afirmação da identidade indígena.
Tecnologia permite antecipar novas crises, facilitar a prestação de assistência humanitária e apoiar a adoção de medidas preventivas; secas severas provocadas pelas alterações climáticas agravam a crise alimentar no país.
A falta de mulheres à mesa de decisões não é apenas uma questão de representatividade, mas limita soluções, reduz eficiência institucional e perpetua desigualdades; mulheres na liderança ampliam perspectivas e garantem respostas eficazes para desafios globais.
Nos primeiros seis meses de 2026, 1.396 civis morreram e 7.978 ficaram feridos; multiplicam-se os relatos de crianças feridas e mortas em território russo e ucraniano; utilização de armas de longo alcance tem contribuído para o aumento das baixas civis e dos danos em infraestrutura.
Conflito e fenómenos climáticos extremos têm deixado milhares de mulheres e meninas sem acesso a serviços básicos no país africano; partos acontecem em estradas e campos de deslocados; unidades de saúde móveis da ONU oferecem apoio.
A história da jovem vítima do crime expõe como redes de tráfico humano se aproveitam da crise econômica para explorar mulheres; após semanas de terror, ela conseguiu escapar; agência da ONU e autoridades locais reforçam conscientização e proteção às vítimas.
Entre 2023 e 2025, mais de 6 milhões de regressaram incluindo mulheres e crianças; famílias endividadas estão entre os mais vulneráveis a tráfico e abusos; agências da ONU pedem apoio contra redes de tráfico internacionais.
