Diplomata ugandense já ocupou cargos na ONU como representante especial para Crianças e Conflitos Armados, vice-presidente da Assembleia-Geral e presidente da Comissão de Direitos Humanos; processo eleitoral avança com oito candidatos; atual líder da organização, António Guterres, deixa a função em 31 de dezembro.
Cenário alarmante segue-se à retomada de confrontos armados e à instabilidade política; Comissão de Direitos Humanos aponta que fatores de risco para crimes de atrocidade estão convergindo, o que ameaça transformar pleito de dezembro em “novo campo de batalha”.
Ex-embaixadora do país na França, Estados Unidos e nações do Oriente Médio participa no debate com Estados-membros da ONU e sociedade civil nesta quinta-feira; corrida pelo cargo máximo da organização conta agora com três homens e cinco mulheres.
Brasileira que trabalha no maior armazém humanitário do mundo fala sobre estratégias para abastecer em até 72h países que enfrentam emergências; Erika Abs sublinhou ainda da experiência de coordenar ações de logística em contextos como Síria, Gaza e Moçambique.
Mesmo com alta de 14% no emprego global desde 2022, novos postos de trabalho foram absorvidos quase exclusivamente por homens; com a segunda menor taxa mundial de participação feminina na força de trabalho, economia consolida cenário de segregação e retrocesso social.
