Evento transforma espaços públicos com arte, música e diálogo, estimulando debates familiares e religiosos sobre impactos da prática; em várias regiões, líderes locais declararam apoio ao fim das mutilações e à interdição dos acampamentos, aproximando sociedade civil e parlamentares na construção de políticas de proteção de meninas.
Escritório do Direitos Humanos da ONU pede que Israel ajude famílias sitiadas em suas casas; ataques se tornaram mais frequentes desde novembro de 2025, quando colonos israelenses estabeleceram postos avançados na região.
Congoleses enfrentam falta de água, fome crônica e colapso da saúde em meio a doenças graves retratando esta crise; morte se tornou uma sombra constante, segundo a médica Anne Ancia, chefe da OMS no país.
Para alcançar os alvos, seriam necessárias reduções anuais superiores a 60% até 2050; cenário indicado seria de bilhões de pessoas sem condições financeiras para manter uma alimentação saudável.
Brasileira Ana Paula Coutinho Rehse, do Escritório Regional da Europa, explica o que cada pessoa pode fazer para proteger a própria saúde e a do próximo; ela também apontou desafios atuais e principais prioridades da OMS.
