Governos, líderes e plataformas digitais são foco da mensagem da ONU pelo Dia Internacional em Memória das Vítimas de Atos de Violência Baseados em Religião ou Crença; resolução reafirma obrigação dos Estados de proteger direitos humanos
Prevê-se condições mais severas do habitual no último trimestre de 2026; período crítico de precipitação pode agravar perda de vidas, destruição de culturas e de infraestruturas.
Com o tema “Curar através da Memória”, as Nações Unidas querem apoio contínuo dos Estados-membros para honrar vítimas do extremismo; outra meta é transformar trauma em compromisso global com a paz.
Notificação do último caso ocorreu na quarta-feira; capital do país e região de Biombo são o epicentro das infeções; epidemia causada pelo vírus também conhecido por varíola dos macacos foi declarada pelas autoridades sanitárias em julho.
Pedido lançado nesta sexta-feira prevê como máxima prioridade apoiar 127 mil pessoas consideradas em situação de alta vulnerabilidade; tremor, ocorrido há 11 dias, agravou situação humanitária em áreas rurais e na costa do Pacífico.
A lentidão na RD Congo custa vidas, dispara custos da operação e transforma epidemia em desafio sem precedentes; crise de saúde exige socorro internacional urgente antes que o controle se torne impossível.
Diplomata ugandense já ocupou cargos na ONU como representante especial para Crianças e Conflitos Armados, vice-presidente da Assembleia-Geral e presidente da Comissão de Direitos Humanos; processo eleitoral avança com oito candidatos; atual líder da organização, António Guterres, deixa a função em 31 de dezembro.
Mesmo com alta de 14% no emprego global desde 2022, novos postos de trabalho foram absorvidos quase exclusivamente por homens; com a segunda menor taxa mundial de participação feminina na força de trabalho, economia consolida cenário de segregação e retrocesso social.
Brasileira que trabalha no maior armazém humanitário do mundo fala sobre estratégias para abastecer em até 72h países que enfrentam emergências; Erika Abs sublinhou ainda da experiência de coordenar ações de logística em contextos como Síria, Gaza e Moçambique.
Ex-embaixadora do país na França, Estados Unidos e nações do Oriente Médio participa no debate com Estados-membros da ONU e sociedade civil nesta quinta-feira; corrida pelo cargo máximo da organização conta agora com três homens e cinco mulheres.
