Relatório do grupo cita abusos cometidos por milícias pró-governo, prisões em condições precárias, mas houve também redução de detenções por longo prazo e de desparecimento forçados assim como ampliação do espaço cívico, segundo especialistas em direitos humanos.
Relatório da ONU mostra que 36% das bacias hidrográficas analisadas tiveram fluxo abaixo do normal em 2025; pelo quarto ano consecutivo, todas as principais regiões glaciais da Terra perderam massa de gelo; documento cita redução de reservas de água subterrânea no nordeste e centro-oeste do Brasil.
Líder das Nações Unidas ressaltou preocupação com disseminação de “mensagens tóxicas” por meio de algoritmos e inteligência artificial; ele lembrou que incitação à violência conduz a genocídios, limpeza étnica e crimes contra a humanidade.
Quatro em cada cinco metas dos ODS estão fora do prazo para 2030, num contexto marcado por crises sucessivas e por um défice anual de financiamento de US$ 4 bilhões.
Produção global de urânio cresceu aproximadamente 20% em 2023 e 2024; disponibilidade de recursos não garante a segurança de abastecimento; mundo tem mais de 400 reatores comerciais ativos.
Com 8,6 milhões de deslocados internos e quase 5 milhões de retornados, o Sudão enfrenta sobrecarga em abrigos informais e famílias anfitriãs; escassez de infraestrutura aumenta riscos de violência, doenças e despejos.
Relatório, apresentado no Conselho de Direitos Humanos, alerta para especialização de empresas privadas de segurança em áreas como vigilância digital, armas autônomas, satélites e softwares maliciosos; combatentes têm papel cada vez maior em ataques com drones, espionagem cibernética e alvos de bombardeios.
Grupo rebelde tomou áreas que controlam o Estreito de Bab el-Mandeb, uma das rotas marítimas mais importantes para o comércio global; iemenitas fogem desesperadamente de suas casas; quase 3 mil já atravessaram a fronteira para a nação vizinha, o Djibuti.
Em entrevista a jornalistas antes da chegada de líderes internacionais a Nova Iorque, líder da organização António Guterres diz que é preciso agir agora ou será tarde demais; em português, ele citou conflitos duradouros e disse que ao sair do posto, vai voltar a Portugal.
Metade do país africano está mergulhada na fome extrema; vice-chefe do PMA cita tragédia de grandes proporções; até 7,8 milhões de pessoas lutam diariamente por uma única refeição; crise exige resposta internacional imediata antes que seja tarde demais.
