É a primeira vez que a língua será ensinada a diplomatas, funcionários e associados ao lado dos seis idiomas oficiais da organização; iniciativa resulta de parceria das Nações Unidas com o Governo de Portugal; número de matrícula em tempo recorde e criação de lista de surpreendeu até mesmo os professores do Instituto Camões, que ministrarão as aulas.
Documento constitui quadro mundial mais abrangente para combater a prática; neste aniversário, ONU reafirma necessidade de desenvolver novos planos de ação eficazes contra a discriminação racial.
Nação insular de língua portuguesa, na África, sofre riscos crescentes com aumento do nível do mar; fenômeno prejudica agricultura e oferta de água potável; em entrevista exclusiva, primeiro-ministro Francisco Carvalho falou de negociações na ONU, acesso a financiamento, parcerias, valorização das diásporas e da língua portuguesa.
Ministra dos Negócios Estrangeiros discursou na ONU ressaltando preocupação em preservar recursos para gerações futuras; ela fez um apelo por justiça climática como forma de garantir que Pequenos Estados Insulares consigam manter uma trajetória de desenvolvimento.
Primeiro-ministro destacou foco na criação de oportunidades para os jovens através da educação; ao discursar na Assembleia Geral, Francisco Carvalho abordou ainda desafios de segurança na região, crise climática e valorização das Nações Unidas.
País diz que lançará candidatura ao Conselho de Segurança da ONU; o primeiro-ministro, Ilídio Vieira Té, afirma que eleições presidenciais e legislativas previstas para o final do ano fazem parte da transição constitucional.
Em entrevista à ONU News, primeiro-ministro do país, Luís Montenegro, afirma que seu país será “um construtor de pontes” em um mundo onde “todos estão a ser sendo penalizados” por crises, conflitos e guerras atuais; líder do Governo de Portugal elogiou António Guterres como “uma referência moral” e defendeu que língua portuguesa seja idioma oficial na ONU até 2030.
A lição da Covid-19 evidenciou que a preparação para pandemias não pode começar quando os hospitais já estão lotados; nesta 81ª. Assembleia Geral, chefes de Estado e de Governo devem firmar compromissos essenciais de prevenção de pandemias para proteger o mundo de eventuais surtos globais.
Avanço dos oceanos é provocado pelas mudanças climáticas; elevação das águas atingiu nível recorde em 2024; impactos globais incluem escassez de água potável, aumento da migração, países com perda total de território, prejuízos econômicos e ameaças de saúde pública.
Primeiro-ministro português, Luís Montenegro, encerrou primeira parte do Debate Geral de líderes internacionais, nesta quinta-feira com discurso sobre soluções para impasses e crises globais; chefe do Governo de Portugal disse que ONU é “obra-prima da humanidade” e que seu país voltará ao Conselho de Segurança focando em “prevenir, cooperar e proteger.”
