Desastre com geleira já deixa mais de 500 mortos e 1,5 mil desaparecidos na fronteira entre o país e a China; com 93 mil pessoas necessitando de ajuda urgente, ONU diz que perigo não passou; agências em ação acompanham desdobramentos de crise humanitária sem precedentes na região.
Violência extrema reforça necessidade de proteção da população do país caribenho; 47 pessoas foram mortas, 22 ficaram feridas e 52 foram sequestradas nesta semana; grupos criminosos ameaçam executar reféns caso operações de segurança continuem.
No Conselho de Segurança, representante da organização fala de avanços recentes, mas alertou que milhões ainda vivem sem serviços básicos; falta de recursos internacionais ameaça comprometer a ajuda humanitária e a reconstrução do país.
Mesmo sem casos confirmados, país intensifica triagens e campanhas de prevenção devido ao risco de contaminação pela proximidade com a RD Congo e Uganda.
Secas severas e calor extremo têm impacto em metade desses territórios; pressionadas por incêndios arrasadores, pragas e doenças, florestas da região enfrentam agora níveis de mortalidade sem precedentes.
Pesquisa feita com países do G20 revela que políticas empresariais e laborais inadequadas travam o crescimento; estudo conclui que reformas laborais liberalizantes no mercado geram ganhos de produção efetivos quando bem aplicadas.
Com 500 novos casos por semana, ajuda internacional ao país é insuficiente; secretário-geral diz que, para cobrir o plano humanitário e combater a epidemia, faltam US$ 1,1 bilhão e pede determinação global para agir.
Acordo alcançado pelos países na 76ª sessão do Comitê Regional da OMS defende objetivo de combater desemprego qualificado, além da formação e retenção de talentos; cada US$ 1 investido pode gerar até US$ 10 de retorno econômico direto.
Setor movimenta US$ 1,4 trilhão e exporta milhões de toneladas; consumo de frutas e vegetais segue abaixo das recomendações da FAO; baixos investimentos em pesquisa e falta de acesso às inovações por pequenos agricultores limitam a produção.
Após invasão em larga escala da rússia, Nações Unidas verificaram morte ou ferimento de pelo menos 3.946 crianças; julho registou o maior número mensal de vítimas infantis desde abril de 2022; total real de vítimas deve ser superior.
