Neste Dia Mundial Humanitário, a ONU News conversou com líder de equipe especializada na resposta a terremotos, furacões e outros eventos trágicos; Sergio da Silva falou sobre atuação em condições extremas, desafios logísticos, motivação e aprendizados.
Agricultores, construtores, professores e profissionais de saúde estão entre maiores vítimas do calor extremo no país; resultado é de um novo estudo da Organização Internacional do Trabalho sobre os riscos das altas temperaturas para a saúde ocupacional.
Agência da ONU para Refugiados relata que 860 mil pessoas voltaram às suas áreas de origem, mas têm que lidar com destroços nas ruas, casas danificadas e falta de serviços essenciais; ataques aéreos israelenses no fim de semana geraram nova onda de deslocamentos.
A conferência da ONU em Ulan Bator, Mongólia, discute soluções para restaurar terras; pastagens naturais, que sustentam 2 bilhões de pessoas e fornecem 70% do alimento do gado mundial, estão no centro das discussões.
Igor Garafulic assumiu comando da representação e de 3,5 mil colaboradores do sistema em junho; ele defende metas globais e união de forças como melhor caminho para o desenvolvimento sustentável do país.
Diretrizes atualizadas reforçam o papel dos governos no apoio à gestão de riscos pelos fornecedores de água; novas evidências destacam a necessidade de monitorizar a qualidade da água, adotar abordagens de gestão baseadas no risco e reforçar os planos de segurança hídrica.
Até 3 mil pessoas chegaram ao Sudão do Sul, semanalmente, agravando uma situação já precária de fome no país vizinho; agências afirmam que os recursos humanitários estão sobrecarregados; cortes de financiamento comprometem auxílio humanitário.
Especialista de direitos humanos defende abordagem multifacetada, capaz de combater o extremismo, reforçar instituições públicas e garantir segurança; continuidade do envolvimento internacional é essencial para apoiar os esforços nacionais de prevenção do terrorismo.
Equipes da ONU apoiam autoridades nacionais para responder a prioridades como saúde, abrigo, água, seneamento e alimentação; estima-se que mais de 135 mil pessoas foram afetadas em todo o país.
Infecções dobram a cada semana nos pontos mais críticos; forças internacionais e agências da ONU intensificam conscientização em escolas, além do envio de kits de higienização; combate diário visa garantir acesso seguro às comunidades e salvar vidas no maior e mais letal surto do vírus que o país já enfrentou.
