Prevê-se condições mais severas do habitual no último trimestre de 2026; período crítico de precipitação pode agravar perda de vidas, destruição de culturas e de infraestruturas.
Com o tema “Curar através da Memória”, as Nações Unidas querem apoio contínuo dos Estados-membros para honrar vítimas do extremismo; outra meta é transformar trauma em compromisso global com a paz.
Brasileira que trabalha no maior armazém humanitário do mundo fala sobre estratégias para abastecer em até 72h países que enfrentam emergências; Erika Abs sublinhou ainda da experiência de coordenar ações de logística em contextos como Síria, Gaza e Moçambique.
Diplomata ugandense já ocupou cargos na ONU como representante especial para Crianças e Conflitos Armados, vice-presidente da Assembleia-Geral e presidente da Comissão de Direitos Humanos; processo eleitoral avança com oito candidatos; atual líder da organização, António Guterres, deixa a função em 31 de dezembro.
Cenário alarmante segue-se à retomada de confrontos armados e à instabilidade política; Comissão de Direitos Humanos aponta que fatores de risco para crimes de atrocidade estão convergindo, o que ameaça transformar pleito de dezembro em “novo campo de batalha”.
Mesmo com alta de 14% no emprego global desde 2022, novos postos de trabalho foram absorvidos quase exclusivamente por homens; com a segunda menor taxa mundial de participação feminina na força de trabalho, economia consolida cenário de segregação e retrocesso social.
Ex-embaixadora do país na França, Estados Unidos e nações do Oriente Médio participa no debate com Estados-membros da ONU e sociedade civil nesta quinta-feira; corrida pelo cargo máximo da organização conta agora com três homens e cinco mulheres.
Neste Dia Mundial Humanitário, a ONU News conversou com líder de equipe especializada na resposta a terremotos, furacões e outros eventos trágicos; Sergio da Silva falou sobre atuação em condições extremas, desafios logísticos, motivação e aprendizados.
Apesar dos avanços na redução da mortalidade materna, mulheres do continente vivem mais anos com doenças crônicas, subdiagnósticos e invisibilidade estatística na terceira idade.
Ano passado registrou número recorde de mortes de profissionais do setor; líder das Nações Unidas ressalta preocupação com novas ferramentas de guerra incluindo drones armados; em várias zonas de crise, comboios humanitários são bloqueados e trabalhadores ameaçados e detidos.
