País aprovou emendas legislativas que reforçam encarceramento em instituições fechadas e rompem com políticas de reabilitação; possibilidade de detenção de menores por toda a vida contraria proteções consagradas na Convenção das Nações Unidas sobre os Direitos da Criança.
Igor Garafulic enfatiza ação rápida e cooperação como virtudes do país e destaca papel de agências da ONU na resposta ágil a desastres climáticos e na reconstrução resiliente, integrando forças com a infraestrutura do país.
Após cinco anos no poder, regime Talibã é marcado por exclusão total de mulheres e meninas das salas de aula; institucionalização da violência de gênero no país inclui medidas que autorizam agressões e casamentos forçados.
Brasileira Ana Paula Coutinho Rehse, do Escritório Regional da Europa, explica o que cada pessoa pode fazer para proteger a própria saúde e a do próximo; ela também apontou desafios atuais e principais prioridades da OMS.
Para alcançar os alvos, seriam necessárias reduções anuais superiores a 60% até 2050; cenário indicado seria de bilhões de pessoas sem condições financeiras para manter uma alimentação saudável.
Congoleses enfrentam falta de água, fome crônica e colapso da saúde em meio a doenças graves retratando esta crise; morte se tornou uma sombra constante, segundo a médica Anne Ancia, chefe da OMS no país.
Escritório do Direitos Humanos da ONU pede que Israel ajude famílias sitiadas em suas casas; ataques se tornaram mais frequentes desde novembro de 2025, quando colonos israelenses estabeleceram postos avançados na região.
Evento transforma espaços públicos com arte, música e diálogo, estimulando debates familiares e religiosos sobre impactos da prática; em várias regiões, líderes locais declararam apoio ao fim das mutilações e à interdição dos acampamentos, aproximando sociedade civil e parlamentares na construção de políticas de proteção de meninas.
Cinco anos após retomada do poder pelo Talibã, país se consolidou como uma “ilha de gênero” sem paralelos no planeta; agências da ONU revelam extensão desse apagamento: metade das afegãs só consegue sair de casa uma ou duas vezes por mês; excluídas da vida pública, sem acesso à educação e privadas de qualquer perspectiva, elas vivem sob a crise de…
Grupo terá acesso a programas de segurança alimentar, alfabetização financeira e capacitação profissional; iniciativa aposta em soluções de energia renovável e ferramentas digitais para incentivar empreendedorismo.
