Ano passado registrou número recorde de mortes de profissionais do setor; líder das Nações Unidas ressalta preocupação com novas ferramentas de guerra incluindo drones armados; em várias zonas de crise, comboios humanitários são bloqueados e trabalhadores ameaçados e detidos.
Apesar dos avanços na redução da mortalidade materna, mulheres do continente vivem mais anos com doenças crônicas, subdiagnósticos e invisibilidade estatística na terceira idade.
Igor Garafulic assumiu comando da representação e de 3,5 mil colaboradores do sistema em junho; ele defende metas globais e união de forças como melhor caminho para o desenvolvimento sustentável do país.
A conferência da ONU em Ulan Bator, Mongólia, discute soluções para restaurar terras; pastagens naturais, que sustentam 2 bilhões de pessoas e fornecem 70% do alimento do gado mundial, estão no centro das discussões.
Agência da ONU para Refugiados relata que 860 mil pessoas voltaram às suas áreas de origem, mas têm que lidar com destroços nas ruas, casas danificadas e falta de serviços essenciais; ataques aéreos israelenses no fim de semana geraram nova onda de deslocamentos.
Diretrizes atualizadas reforçam o papel dos governos no apoio à gestão de riscos pelos fornecedores de água; novas evidências destacam a necessidade de monitorizar a qualidade da água, adotar abordagens de gestão baseadas no risco e reforçar os planos de segurança hídrica.
Estudo para a região mostra como bloqueios logísticos e alta nos combustíveis pressionam inflação e crescimento; Timor-Leste entre países que dependem de cooperação internacional e tecnologia limpa para expandir energia renovável sem comprometer finanças públicas.
Especialista de direitos humanos defende abordagem multifacetada, capaz de combater o extremismo, reforçar instituições públicas e garantir segurança; continuidade do envolvimento internacional é essencial para apoiar os esforços nacionais de prevenção do terrorismo.
Até 3 mil pessoas chegaram ao Sudão do Sul, semanalmente, agravando uma situação já precária de fome no país vizinho; agências afirmam que os recursos humanitários estão sobrecarregados; cortes de financiamento comprometem auxílio humanitário.
Equipes da ONU apoiam autoridades nacionais para responder a prioridades como saúde, abrigo, água, seneamento e alimentação; estima-se que mais de 135 mil pessoas foram afetadas em todo o país.
